METODOLOGIA

 

APRENDA “O INGLÊS FERRARI” DA HUNTER

O principal foco de nossa metodologia é a conversação, pois acreditamos que aprender Inglês, seja muito próximo a atividade cerebral de aprender a dirigir.

Isto é: uma pessoa para aprender a dirigir, deve “dirigir”. Não existe um outro modo. Ler livros com regras ou visualizar sinais, definitivamente, não fará ninguém aprender a dirigir; e todos temos consciência disso.

Uma pessoa para aprender a falar Inglês, deve “falar Inglês”. Não existe um outro modo. Ler livros com regras, definitivamente, não fará ninguém falar Inglês, e todos deveríamos ter consciência disso também.

Mas não podemos separar a gramática da conversação, pois, para conversar, uma pessoa deve saber utilizar corretamente as regras gramaticais.

Devemos imaginar a conversação como um “carro” que levará o aluno em diversos países e oportunidades.

Devemos imaginar a gramática como o “motor” deste carro.

Quanto mais forte for este motor (gramática), “mais veloz” este carro (conversação) andará (fluência).

A metodologia HUNTER foi desenvolvida para fazer o “motor” (gramática) deste “carro” (conversação) ser forte, e assim, fazer com que nossos alunos falem Inglês “COMO UMA FERRARI”.

O Processo de Aprendizagem na HUNTER

 

O processo de Aprendizagem Hunter é rápido e possui um motor potente, como uma Ferrari. Mas o investimento é justo e acessível, pois nossa missão é fazer o inglês não um sonho distante, mas a sua realidade!

Por que comparamos a Metodologia Hunter com uma Ferrari?

Quando estamos aprendendo a dirigir, passamos por algumas fases, e essas são muito semelhantes as fases que os alunos Hunter enfrentam durante o processo de aprendizagem da língua inglesa. Hoje em dia, falar inglês é também um meio de transporte, pois o Inglês abre portas e caminhos para excelentes oportunidades em diversas áreas de nossas vidas.

 

ANALOGIA:

 

Aprender a Dirigir X Aprender Inglês na Hunter

 

Muitas vezes, fascinados por aqueles que sabem dirigir e que, por isso, podem viajar e conhecer novos caminhos, decidimos também aprender a dirigir. Admiramos a independência dessas pessoasmas sentimos medo de que talvez não sejamos capazes de chegar lá.

Então nos matriculamos em uma autoescola e começamos a entender cada parte que compõe esse novo mundo. Aprendemos a teoria, “o todo” da máquina, alguns caminhos permitidos a nós, ainda iniciantese todos os sinais que devemos decifrar.

Durante o início deste processo, sentimos estar recebendo muita informação e temos a sensação de que não iremos conseguir dirigir com tranquilidade. E é aí que começamos a aprender, com a ajuda do instrutor, a fazer a máquina andar.

Nos primeiros dias, diante ao volante de um carro, sentimo-nos desconfortáveis; muitas vezes com medo da própria máquina. Mas, aos poucos, essa insegurança vai passando e acabamos nos acostumando com o instrutor e com todo o processo que é “dirigir”.

Então passamos pelo desafio de dirigir “na vida real”; isto é, sem instrutor; e voltamos a ter receio.

Agora não tememos mais por nós, como motoristas, mas nos aterroriza o julgamento e a reação das outras pessoas, afinal de contas, não somos tão experientes.

Mas, dia após dia, vamos percebendo que é “a prática” que nos leva a dirigir sem mais pensar em cada detalhe. E assim, um grande dia, nos vemos dirigindo sem se quer perceber que o estamos fazendo; de tão natural que esse processo passou a ser para nós.

O mesmo acontece durante o processo de aquisição de uma segunda língua. Começamos, por vezes, animados com o desafio, mas, ao mesmo tempo, receosos de não obtermos o êxito esperado. Mas precisamos entender que, assim como dirigir, cada fase é essencial e completamente natural.

Ao começarmos a estudar inglês na Hunter, primeiro compreendemos o “esqueleto” da língua e logo depois todas as principais formas gramaticais que vão estar presentes em nossa interação comunicativa. Aprendemos a teoria e já vamos nos arriscando com ela, porque, assim como dirigir, de nada adianta compreender o teórico se não entrarmos no carro e começarmos a experimentar esta máquina por nós mesmos.

O professor Hunter é preparado para auxiliar o aluno sobre um aperfeiçoamento constante; e por mais difícil que pareça, a insegurança vai desaparecendo a cada aula, pois, cada vez mais, o aluno HUNTER se aventurará por caminhos mais distantes, mais longos, nessa grande jornada que é “falar inglês”.

Após algum tempo, nos sentimos seguros para usar a língua não somente na escola, mas no trabalho, na internet, com os amigos, em viagens e em diversos outros meios inimagináveis. O “receio” pode ainda estar presente; mas, como alunos Hunter, já aprendemos a não sermos tão dependentes de livros ou de nossos professores. Por isso, mesmo que sejamos ainda alunos de níveis BASICOS, já conseguimos manter uma conversação natural, sem muita dificuldade. E é exatamente neste momento que entendemos que “aprender inglês na Hunter significa preparar-se para usar o Inglês na vida real”.

Daí, é só ligar o motor dessa Ferrari e se aventurar por todos os caminhos que se abrirão a você!